Fundada em 06 de janeiro de 1992, a Colibri acolhe pessoas com Parkinson, familiares e voluntários em Piracicaba e região.
A Associação Brasil Parkinson – Núcleo Piracicaba, conhecida carinhosamente como Colibri, foi fundada em 06 de janeiro de 1992, pela ação de um grupo solidário de pessoas, dentre amigos, familiares e profissionais de várias áreas. Teve a participação especial da atriz Eva Wilma e de representantes da Associação Brasil Parkinson de São Paulo, embora não haja um elo oficial entre as duas entidades.
Em 2006, um novo impulso revigorou a Colibri. A diretoria eleita naquele ano, com antigos membros e outros mais novos, fundamentou um outro momento da Associação. Adotou-se uma sugestão vinda de um grupo de universitários do curso de Publicidade e Propaganda da UNIMEP, cujo Trabalho de Conclusão de Curso apresentou uma simbologia com o Colibri (ou Beija-Flor). Foi associado o sintoma mais visível, o tremor, com o tremular de asas desse pássaro peculiar que encontra aí a energia para parar no ar e manter-se em equilíbrio – o estímulo para a luta de todo Parkinsoniano.
Nosso objetivo é congregar pessoas diagnosticadas com Doença de Parkinson ou Parkinsonismo, bem como familiares, amigos e sociedade em geral, promovendo a integração social e a inclusão, além de difundir informações e colaborar com pesquisas, terapias, órgãos públicos e entidades privadas dedicadas à saúde e à qualidade de vida dos parkinsonianos. Somos guiados pela solidariedade, ética, transparência, responsabilidade, comprometimento e inclusão.
Acolher e apoiar pessoas com Parkinson e seus familiares, promovendo qualidade de vida por meio de atividades e convivência.
Ser referência regional em apoio ao parkinsoniano, com sede própria, programas estruturados e impacto social mensurável.
Amor à vida, transparência, respeito, solidariedade, ética e cuidado humano em cada ação.
É muito comum, depois do diagnóstico, o parkinsoniano entrar em depressão, buscando isolar-se, com medo das novas perspectivas de vida com uma doença ainda sem cura. Nesse sentido, a associação cumpre um papel social relevante ao proporcionar informações e estimular a união e a cooperação entre todos.
A associação também propicia oportunidades de acesso a muitas terapias não medicamentosas, extremamente necessárias ao paciente, nem sempre disponibilizadas gratuitamente pela saúde pública: fisioterapia, hidroterapia, fonoaudiologia, tênis de mesa, coral, musicoterapia, arteterapia, psicoterapia, palestras e passeios, contribuindo para a inclusão e melhor qualidade de vida do parkinsoniano.
Conheça as pessoas que dedicam tempo, conhecimento e carinho para manter a Associação em movimento.
Silvia Helena Rigoldi Simões
Izabel Baraldi
Nilda Cristina Sancinetti Modolo
José Carlos Grizotto
Mauro Rontani
Paulo Basílio Fernandes
Edivaldo Espasiano
Raquel Maria Oliveira Gomes dos Reis
José Antônio de Oliveira
Maria Cristina Antunes
Celia Regina Caetanel Nogueira